E os dois continuavam lá. Juntos. Olhando pro horizonte. O último raio do sol os afagava calmamente, dourado, brando, filtrado por uma ou outra nuvem. A noite descia serena, aconchegante. Aquela sensação de desperdício, tão comum nos fins de tarde, já não existia. Era como se um abraço, um sorriso ou um olhar que fosse, fizesse todo aquele peso desaparecer.
“Olha! A primeira estrela da noite...” E, nesse momento, ela o toma em cócegas. Em meio a risos, gritos e sorrisos, o vento espalhava seus perfumes pelo ar... Parecia que as duas fragrâncias, juntas, formavam uma nova. E os entorpecia.
Dos olhos marejavam-lhes felicidade. Cumplicidade. E com a lua já alta, eles adormeceram. Sem aqueles medos e angustias. Simplesmente adormeceram. Abraçados.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
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Me arrepio sempre que releio. A senhora e essa mania de me fazer chorar....ahuahuhauhaua Isso de longe! Tenho medo dessas ubaenses @_@ hauhsusa
ResponderExcluirAdoro o que vc escreve, tudo que faz. Já te disse que a senhora tem alma de artista, uma sensibilidade incomum. *-*
Espero poder ler mais coisas aqui (A)
Bjão, querida...
Nem venha, baiano... hauhauh
ResponderExcluirJá disse que tudo o que eu faço o Senhor faz melhor! (y) hauahu
E teime pro senhor ver, que aí você terá de ter medo das ubaenses mesmo. u_u KKKKKK
Obrigada, Senhor. Beijão. *-*